DEZEMBRO 30/2011
RITUAIS DE FESTAS
As celebrações que acontecem no mundo todo, como por exemplo páscoa, mostram claramente como perpetuamos os ritos e sacrifícios aos quais a raça humana, o ser humano, era submetido desde tempos pretéritos. A única coisa que mudou é que agora o ser usado no sacrifício não é mais o humano, senão qualquer outra espécie animal. O ato de matar ou sacrificar foi como que ofertado, ensinado, pelos seres denominados deuses para que o humano pudesse sentir-se um pouco menos insignificante, mas ainda oferece o sangue de suas vitimas para os seus senhores. E faz isto tentando passar uma idéia de paz e felicidade enquanto usa vidas para saciar sua mediocridade insana que o impede de ver o fato por trás dos atos.
Estou falando das festas, dos assados, dos banquetes para celebrar a vida, com a vida de outros seres...
Parece estranho que seres ditos espiritualizados não se dêem por conta de situações tão simples como esta. Parece estranho que pessoas ditas inteligentes ainda não se apercebam do sofrimento causado a espécies diferentes da nossa, mas que sentem e reagem a emoções e dores. É ainda mais estranho que até pessoas racionais não entendam a química existente nos processos hormonais dos seres que consomem e que impregnam seus corpos antes do abate, seja pelo sofrimento ou pelo medo. Parece que continuam querendo, na verdade, o aviltamento da espécie humana, que deveria já ser espécie espiritual, ao impregnar-se com as vibrações de seres “inferiores” no sentido evolutivo. Se formos pensar um pouco, poderíamos ver que o consumo de seres de outras espécies coloca na vibração, na corrente sanguínea, as características de seres que não são próprias do humano. E ainda defendem a tese absurda de que proteína se repõe com proteína. Quando ouço isto, penso que a humanidade está voltando aos tempos da magia por contagio, aquela magia primitiva que acreditavam em tempos remotos os seres hominídeos com pouca capacidade cerebral, e que de fato tem algo de verdade, mas que é tão primitiva que deveria ter sido esquecida. São coisas que não acrescentam em nada a tão buscada evolução.
Há ainda aqueles que argumentam que os vegetais também são seres vivos. De fato são. Mas existem dois pontos fundamentais nesta questão. O primeiro e mais importante nesta altura, é que não existe o sangue nos vegetais (pelo menos nos não foram modificados geneticamente até o momento) e o segundo é que o reino vegetal cumpre uma função também evolutiva para ele ao se doar como alimento ao reino humano.
O fato é que o reino humano deveria proteger e auxiliar o reino animal em seu processo evolutivo, auxiliando para que seres com maior capacidade de entendimento, como cães, gatos e outros animais maiores e semi-conscientes possam aumentar sua parcela de auto-consciência. Neste contexto é que a ingestão de carne impregna o ser que a ingere, e o torna embrutecido, de certa forma, semelhante ao ser que ele ingeriu, no sentido de “rebaixar” seus atributos humanos. Óbvio que existem aquelas pessoas que, por características físicas, ainda necessitam da ingestão de proteínas animais. E ainda vai longe esta necessidade em um número expressivo de seres humanos neste planeta. Mas colocar esta idéia aqui, para seres, pessoas, que se voltam para a espiritualidade, é disponibilizar de informação para que se tornem conscientes e que saibam que podem optar, como em tudo na vida. É dar uma idéia da possibilidade que temos desta nova consciência, deste novo padrão de vida que estamos ajudando a manifestar apartir de nosso exemplo e modo de vida.
Sobre isto, vale lembrar que já temos falado muito, que o ideal humano passará deste nível humano conhecido para o que temos indicado como a nova humanidade nesta nova humanidade conceitos como roubo, tirar vantagem, e até mesmo leis, entre outros não serão necessários.
Sobre estas coisas de dieta já comentamos bastante em outros tópicos.
Mas vale uma lembrança: como queremos que uma nova humanidade se manifeste se ainda preservamos, em nossas vidas, em nossos atos e pensamentos os mesmos princípios que regiam aquela que chamamos de velha humanidade?
PARAISOS PERDIDOS
Perdidos no sentido de que, apesar de lindos e harmoniosos ao olhar físico, são focos de “luz negra” se é que se pode falar assim. São concentrações de uma falsa luz que aprisiona e são, geralmente, ninhos de dracos.
É muito fácil para o desavisado ir a um destes locais e ficar exposto à invasão de seres negativos. Da mesma maneira, é fácil que pessoas possam morar nestes locais e, sem se aperceber de absolutamente nada, serem as formas de densificação que estes seres necessitam.
Vou ilustrar isto contando um “caso clinico” recente.
Um rapaz foi procurar-me, buscando harmonia e melhorar o bem estar. Foi possível perceber que ele era uma pessoa voltada para o bem, para o que supostamente se acha o bem, aquelas coisas de fazer o bem, respeitar as leis, servir aos outros da maneira como se entenda que as pessoas necessitam, enfim, uma pessoa bem-intencionada, que crê que esteja auxiliando ao progresso da sociedade, do país e do mundo.
Podia-se ver claramente que era boa pessoa. Mas o fato é que isto, como já temos falado e visto muito, não ajuda em nada do ponto de vista espiritual, seja em nível pessoal ou mesmo para os outros.
Pois bem, no decorrer da aplicação, notei que algo estranho esperava do lado de fora da sala de atendimentos. Curioso, no plano interno, baixei a freqüência do trabalho para sondar o que de fato era aquilo que estava acontecendo. Vi a imagem de um dragão esperando do lado de fora. A principio pensei que pudesse ser algum tipo de força extra para o trabalho a ser realizado, como um “animal de poder” ou algo do tipo...(obvio que estou brincando). Mas fiquei realmente curioso com aquele ser se manifestando. E procedi ao que se faz sempre nestes casos, que é a desmaterialização daquele ser. Com a energia do MOINTIAN isto é um trabalho realmente simples, em geral basta a visualização do Símbolo da Transmutação para que se dissolva completamente qualquer ser deste nível.
Foi o que fiz, completementei a aplicação e marcamos para a semana seguinte outra aplicação.
Chegado o dia marcado, fiquei extremamente surpreso quando de novo vi o tal bicho esperando na porta da sala. Era um bicho grande, não daquele tipo de réptil simples, que descrevi como sendo do tamanho de uma pessoa e com asas. Este era um dragão mesmo. Não entendi o porquê de ele estar novamente ali, se eu já havia desmaterializado ele. Repeti o procedimento e limpei o cliente da melhor maneira possível.
Na terceira vez, a mesma coisa aconteceu. Então necessitei vasculhar um pouco mais profundamente o que estava acontecendo, se o cliente era um ser sem alma, um draco ou algo do tipo. Desde a aplicação anterior eu estava intrigado com o fato do retorno do dragão. Mas uma terceira vez era demais. Não podia ser um defeito do procedimento.
Não havia a menor possibilidade de falar sobre o que realmente estava acontecendo com o cliente. Ele não tinha consciência de nada daquilo. Sondei a ele de diversas maneiras e realmente ele não tinha consciência do que estava se passando com ele. Mas então relatou-me que estava indo com freqüência a uma localidade ali perto da sua cidade, um local reconhecidamente tido como um verdadeiro paraíso. Então, dando mais uma vasculhada e juntando informações sobre os moradores do local, cheguei a conclusão obvia que não havia desmaterializado o mesmo dragão 3 vezes, senão que havia feito aquilo em 3 dragões diferentes.
Diante deste fato, quero salientar mais uma vez a importância de se tomar cuidado com as práticas, com as ilusões e com as companhias que se dizem proporcionar uma harmonia, bem-estar e até mesmo um contato íntimo com a natureza.
Vejo que locais assim são como redutos daquele éden original, da terra, nos quais os draco e seus súditos tinham um ambiente propício para a perpetuação de sua espécie e para a disseminação de sua influencia e dominação.
É estranho falar a respeito disto, porque assim parece que vamos ficando mais isolados do que seja possível apreciar neste planeta. Mas como tenho reforçado sempre, sem estas idéias ficamos completamente a mercê destas nefastas influências que causam doenças e tanto sofrimento aos seres humanos, que já tem tanto com o que se preocupar.
ABRAÇO DE REPTIL
No tópico 67 foi citada a existência de seres que eu chamo “antenas”.
Retomemos o importante assunto dos seres que são usados como ou transformados em antenas.
Vamos falar abertamente sobre isto e colocar de maneira clara o que os negativos estão tentando fazer.
Antenas são pessoas que consciente ou inconscientemente tem instalado, em seu campo energético, certas estruturas que, ao olhar interno, parecem placas de metal dispostas como antenas de TV, com hastes ou como parabólicas. Geralmente são afixadas na região cardíaca, do peito da pessoa, atravessando-a. São muito grandes, podendo ter cerca de um metro ou muito mais, dependendo da função e do alcance daquele que colocou a antena na pessoa.
As pessoas antenas tornam-se distribuidores da freqüência e da irradiação de mensagens e ondas subliminares dos seres negativos do planeta ou extraplanetários.
Existem casos de pessoas que voluntariamente entram neste contexto, de servirem de antenas, quando pensam estar sendo preparadas por seres espirituais para “canalizar” ou transmitir determinados conhecimentos para a humanidade ou para grupos. Com freqüência os negativos usam esta “disponibilidade” e “abertura” das pessoas, ainda despreparadas, para que, de maneira astuciosa e enganosa, possam servir a propósitos obscuros. Existem pessoas assim trabalhando com energias ditas de cura, canalizando informações, artes, e em todo tipo imaginável de atividades. Quero frisar aqui a minha total aversão ao termo canalização, conforme já tem ficado bem claro nos tópicos anteriores. Consumamos nos referir à canalização de energia com o propósito de que nos traga benefícios e eleve nossa vibração, mas não usamos canalização para atrair seres ou informações de seres de outros níveis. Afinal, estamos aqui para sermos canal da expressão divina de nós mesmos, não de um ser externo a nós.
Mas existe outro tipo de antenas, que são aquelas que, através de um contato com algum mecanismo ou objeto se tornam antenas. E outro tipo ainda que, simplesmente aceitando um abraço de um draco ou réptil astuto, podem receber, de maneira aberta e inconsciente, este “pacote” ou “kit de antena portátil”. Este segundo tipo são as pessoas que mais influenciam ambientes e pessoas ao seu redor e, como conseqüência, acabam manifestando depressão, personalidades distorcidas ou diferentes do habitual e, por fim, toda sorte de disfunção em todos os sistemas e órgãos do corpo.
Captam a energia das pessoas a sua volta e a transmitem para a atmosfera ou para zonas onde estes seres conseguem recolher e ficam extremamente esgotadas, fato contrário ao que ocorre quando utilizamos uma energia como a do MOINTIAN, por exemplo, com o qual nos sentimos mais revigorados em cada utilização ou doação dela.
Em geral os alvos deste tipo de influência são as pessoas ditas espiritualizadas. Então mais uma vez entramos na importância de termos definida para nós o que realmente é a espiritualidade. Este é um importante ponto para o qual sempre devemos voltar nossa atenção.
Concluindo, quanto à expressão carma, seria justamente uma definição para seres humanos que estão na prisão, uma prisão criada por aqueles que querem escravizar o ser humano.
Todas aquelas definições ditas espirituais, deste ponto de vista, foram impostas sobre os seres ditos humanos espiritualizados para aprisioná-los ainda mais. Pensando evoluir, criaram padrões e sistemas de crenças que nada diferiam das religiões que tentavam combater ou que pensavam estar deixando para trás.
ETNIAS OU GRUPOS RACIAIS
É preciso transmutar, ir além das qualidades ou problemas da etnia ou das características físicas. Se foste colocado em determinado grupo não é para reforçar hábitos ou modos de pensar, mas para ultrapassar e alcançar a elevação requisitada. E hoje ainda reforçam características. Se uma pessoa nasce bela seria para transformar a vaidade e a luxuria. Mas agora ainda pagam para reforçar isto...
CAMINHAR COM ATENÇÃO
Caminhar com a atenção total no trajeto, respirando e sentindo que toda a vida está naquele momento. É possível ver e determinar onde o pé precisa pisar para o próximo passo e assim, além do caminho ficar mais fácil e mais leve, vai-se seguindo o fluxo.
É preciso sentir o movimento das linhas que se formam sutilmente quando se toma conta de um ambiente sem tentar moldá-lo.
É possível estabelecer um novo contato com o centro de si mesmo desta maneira e, assim, fazer com que em um primeiro momento o equilíbrio se restaure e depois, com a facilidade atingida, seguir para o passo mais adiante da caminhada.
Isto se aplica a tudo, todas as coisas sejam no nível que queiram experimentar.
Mas é preciso saber reconhecer a paz que se traduzirá como movimento.
CURA OU EVOLUÇÃO
É preciso definir se a pessoa busca o que chama espiritualidade para a função correta da espiritualidade, que é a sua evolução, ou se está buscando energia para curar ou resolver algum problema particular. Existe uma grande diferença entre estas duas coisas.
A cura não nos interessa como ponto de partida.
O discurso e a pratica do MOINTIAN serve para pessoas curadas em um primeiro momento e não para aquelas que estejam atrás de uma espiritualidade paternalista e que não condiga com o propósito de evolução a que nos destinamos.
VERDADES INTERNAS E VERDADES ACEITAS
O ponto principal que devemos levar em consideração em relação às mudanças dos conceitos espirituais é que devemos rever claramente o que foram as coisas simplesmente aceitas por nós e as que realmente vivenciamos. Na medida em que conseguimos remover o que foi imposto como verdade e colocamos no lugar o que é experimentado, além de liberdade, teremos sabedoria e elevação.
É preciso definir o que faz parte de nossa experiência e o que é informação aceita. Existe grande diferença nisto.
FRASES
O equilíbrio entre o que se quer e o que se tem, produz o que é preciso ter.
A cura emocional deve basear-se em reconhecer o que a vida nos oferece e não o que ela tenha nos retirado.
É preciso definir o que faz parte de nossa experiência e o que é informação aceita. Existe grande diferença nisto.