Conversando Sobre MOINTIAN

Blog destinado a servir como extensão do site do MOINTIAN - Método Integrado de Transmutação Interior e Ascensão, permitindo o acesso aos alunos e leitores. Dúvidas, questionamentos e comentários podem ser expostos através deste blog.

Para aqueles que estejam querendo conhecer o MOINTIAN sugiro que vejam inicialmente o site sobre o livro: http://mointian-livro.blogspot.com

UMA NOVA CONSCIÊNCIA PARA UMA NOVA HUMANIDADE


O novo livro, que deverá ser a leitura inicial para se entender o MOINTIAN, está na fase de correção. São 136 páginas com oito tópicos principais.
O lançamento está previsto para ser realizado no mês de Julho, na cidade de Santa Maria, RS.
Será feito o lançamento simultâneo da versão impressa e da versão em pdf para download gratuito.

CONVERSANDO ARQUIVO EM PDF 2013



Olá.

Como e costumo fazer a cada final de ano, e talvez pela última vez este ano, deixo disponível o arquivo completo deste blog, em PDF.
Agora com 395 páginas, incluindo as postagens sobre "Uma Nova Humanidade" e as postagens "Sobre Hierarquias" incompletas.

Link para download:



Aqueles que desejarem, podem adquirir uma versão impressa deste arquivo. Vale lembrar que ainda não é o livro "Conversando", apenas a reunião dos tópicos do blog que foram publicadas até hoje.

Já está disponível para venda o livreto "Práticas Para a Meditação Livre", devidamente resgistrado.

http://meditacaolivre.blogspot.com
 

Pretendo que, até março, o texto "Uma Nova Humanidade" que terá outro nome, "Uma Nova Consciência Para Uma Nova Humanidade", esteja publicado em formato livreto.

Boas leituras.

Die Zauberflütte - A Flauta Mágica


Olá.

Como estamos em fase de final de ano, decidi partilhar outro link.
Desta vez, algo genial, música de Mozart, A Flauta Mágica.
Os que tiverem paciência certamente vão gostar.
Vale a pena, mesmo que a linguagem seja bem diferente daquela dos filmes atuais.
Esta versão, de ópera como filme ficou muito interessante. Pena que o texto esteja com legendas apenas em espanhol.
Espero que gostem e que enviem comentários.

Forte abraço.

Em alguns dias farei novas postagens.

Eis o link:


SOBRE ALMAS DIVIDIAS E SEM ALMA II E SOBRE PISES II



163 - SOBRE ALMAS DIVIDIDAS E SEM ALMA II

Sobre esta coisa da possibilidade de haver tido almas subdivididas, muitos questionam, como teria sido isto possível, dado que almas ou estas coisas seriam partículas divinas...
Talvez eu não tenha a resposta correta. Talvez os que pudessem responder a estas perguntas fossem mesmo aqueles que fizeram o tal processo ou que aproveitaram da possibilidade que isto ocorresse para criar as formas humanas que chamamos sem alma, clones ou híbridos.
Pensemos assim: já temos como aceito que um ser divino, por inúmeras possibilidades, como para ter experiências ou para cumprir determinadas tarefas, ao descer, como dizem à terra, divide-se em partes menores que viemos a conhecer pelo nome de mônadas. Estas, em geral numera-se em 7. Daí, o ser chamado original, para os parâmetros terrestres, da evolução terrestre, já não era um só, mas 7. Estes, vivem em um reino, plano ou dimensão muito além daquela que conhecemos como plano humano. São seres que vivem na sexta ou sétima dimensão. Quando precisam descer ainda mais, descer tendo como definição a terminologia usual da espiritualidade conhecida, estas, cada uma destas mônadas pode se dividir em outras 12 partes, chamadas almas. Estas são as partes que ainda vivem na quinta dimensão, tem uma compreensão um tanto diferente do mundo, porque estão num continuo de experiências livres, sem contato com o mal planetário, aquele dos sofrimentos e das emoções. Cada uma destas almas pode-se dividir em outras 12, somando 144 extensões de alma. Estas são as personalidades que encarnam, que vivem, que se limitam a experiências que duram o tempo de uma encarnação. E que ficam presas aos processos daqueles que coordenam o que vivemos a conhecer como evolução humana.
Se admitimos este processo de “descensão” como vimos, percebemos a possibilidade de fragmentação daquilo que chamamos essência divina ou o homem original. Diante disto, vemos que uma mesma alma, quando totalmente perdida, uma extensão de alma, pode alimentar diversas manifestações em diversas dimensões. Quando uma destas partes de extensão de alma alimenta ou é absorvida por um corpo criado para ser alimento para seres de dimensões mais sutis, como sendo a quarta ou quinta, ela empresta ou encarna neste corpo hibrido e o “energiza”. Esta seria uma explicação para as partículas divinas que se dividem e que alimentam clones. Outros mecanismos que estes seres conseguiram usar foram os reservatórios naturais de partículas que contem uma essência ou uma conexão com a parte divina. Usados como baterias, como alimento para corpos, eles são adaptados para que estes corpos possam manifestar o que conhecemos com o nome de vida.

164 - SOBRE PISES II

As PISEs servem para nos dar uma ideia de que a origem divina assim falada não pode estar vinculada a ideias de planetas ou galáxias, mas de dimensões.
Desta maneira é que se pode entender como que seres podem fazer uma conexão com algo divino e de fora da campânula. Eles devem ir agregando luzes de pises para alcançar a origem da essência que tem. A sua essência ainda que tenha sido dividida e ficado pertencendo a outros seres ou partilhada, pode ir sofrendo evoluções e voltar a se tornar forte, recolhendo em si partículas de luz que permitam a reconexão com o divino original.
Parece lógico pensar que as chamadas extensões sejam na realidade estas partículas divididas que vamos reagrupando e desativando os clones que nos foram criados.

MOINTIAN E MEDITAÇÃO

Apresento a todos um novo blog:



Com ele, pretendo fazer uma reunião do conjunto de obras que complementam o MOINTIAN, apresentando meu propósito de uma maneira mais simples.
espero que gostem e enviem opinião.

O livro "Práticas Para a Meditação Livre" está agora em fase de registro e catalogação. coloquei mais algumas informações sobre ele no blog meditacaolivre.blogspot.com

O livreto prometido, "Uma Nova Humanidade" deverá ficar para início de 2014.

Quanto a este blog, devido a minha mudança de endereço, de Santiago pra Nova Petrópolis, tive que adiar as postagens (e a escrita). Em breve as coisas voltam ao normal e teremos mais postagens.

O próprio livro "Conversando Sobre MOINTIAN" precisou ficar engavetado até o próximo ano.


Mais importante que tudo, sempre, continuamos....


SOBRE HIERARQUIAS ESPIRITUAIS – TERCEIRA PARTE – DEFININDO DISTÂNCIAS E DIMENSÕES



19/08/2013
No passado havia a ideia de que a distância retirava as camadas de restrições dimensionais, ou seja, que quanto mais distante se fosse, isto principalmente em níveis astrais, como antes era o definido, mais se poderia acessar a dimensões superiores. Por isto ocorriam as denominações como: grupos cósmicos, galácticos e universais. Porque o distanciamento revelaria a camada superior ou a dimensão mais elevada que os seres se colocariam. Além disso, seria o motivo pelo qual a sede da Grande Fraternidade Branca, para este nosso quadrante, limitou-se a Sirius, e que todos os representantes desta galáxia se reuniriam ali sob a guarda de um grande Micah-el. Ocorre que um grande Micah-el Galáctico ainda serve a um grande Micah-el Universal, definindo a Grande Ursa como sendo o centro do universo. E nesta mesma ordem, muitas outras denominações vieram.

No planeta, os representantes Galácticos são diversos e podem ser representantes de níveis ainda superiores, como por exemplo o Logos, que é toda a consciência planetária, a real razão para a existência e coesão de um planeta. Depois vem o regente, que assume o cargo de distribuir funções para os chamados Choans, os “senhores” ou “governadores de raios”. Aí já se começa a haver distorções das hierarquias, com tantos cargos e tantas funções que muita coisa foi ficando obsoleta e, mesmo que estes seres sejam a mais alta estirpe de seres humanos realizados, ainda podem estar servindo a níveis de dentro da campânula.

Mas vamos por partes.
Analisemos as diversas conjunções de mestres e seus adeptos. Comecemos pelos centros energéticos e os centros principais. As funções que tem estão no âmbito de deixar que as energias “extrassistêmicas”, como assim chamamos, e que agora temos que entender como provenientes de dimensões fora da nossa, possam ir se depositando no planeta para cumprir seu desígnio inicial. Hoje, a função real disto está na abertura que proporciona e nos reinos que vivificam - aqueles que estão em outras dimensões e que não percebemos. Existem muitos seres e muita vida já realizada vivendo no planeta real, aquele que sempre existiu e que não é propriamente a terra tridimensional, esta que percebemos com os sentidos físicos. Esta é a grande chave para entender o funcionamento de um Logos e de uma verdadeira Hierarquia Espiritual. Eles estão lá, suas vidas continuam como sempre foi planejada. Os que estão de certa forma enrolados na 4D é que não conseguem perceber estes planos e se consideram separados do que sempre esteve lá.
Essas maquinazinhas que tenham sido criadas e que não tenham alma, por exemplo, bastando que vivam da melhor forma possível, como parte de um plano ainda maior, voltarão ao que deveriam ser. Quando findem suas encarnações, e quando agreguem “partículas de luz”, podem fazer parte do manancial de luz planetária que sempre existiu. Estamos sempre a serviço de uma grande transmutação das cosias deste planeta, haja vista que elas são artificiais e que não precisamos nos envolver totalmente com elas.

Outro ponto bastante importante a considerar é o fato de que se considerava que fora da Terra ou para além, no cosmos, os níveis de atividade espiritual seriam mais intensos, e não apenas nos níveis internos. Esse raciocínio deveria levar a perceber a Terra como um centro de referência altamente espiritual se estivéssemos observando de outra galáxia, por exemplo. Ou que aqui seria o ponto mais baixo de todo o universo.
Esse tema ou essa ideia foi muito mal desenvolvida e está baseada no falso conhecimento que foi transmitido a respeito do “círculo não se passa”. Dizia-se que não era possível atravessar determinadas barreiras astrais ou no astral a menos que se estivesse evoluído. Isto é certo e erradíssimo ao mesmo tempo. Óbvio que não deixariam ver o que de fato existia na lua ou além dela, e que no astral não se vê nada de importante. Estas coisas das ilusões das massas, que tanto tenho falado.
O aspecto interessante deste assunto é que, se considerarmos essa mesma ideia, que de fora do planeta tudo é melhor e mais desenvolvido, então alguém que viva em outra galáxia poderia pensar o mesmo sobre esta galáxia e este planeta. Entendes isto? Não se pode mais cair na ilusão equivocada de que o planeta é mal, mas que equivocada é a visão que temos dele e das dimensões que podemos ou não presenciar. Então poderemos ver que o planeta é sede de muitíssimas forças poderosas, e que, mesmo que elas não se originem daqui, permitem que seres de evoluída classe por aqui residam e tenham suas vidas em planos sutis.
Com isso quero deixar claro que o que não está certo é pensarmos na vida como a que se estabeleceu para que percebamos, esta da 3D, mas que muitos outros níveis e dimensões convivem conjuntamente, chocam-se até, mas não estão em harmonia porque umas são verdadeiras e outras não.

Parece-me interessante que aquelas pessoas que sentem “saudade de casa” sejam as pessoas que de alguma maneira sabem que algo errado ocorreu neste planeta. E não foi só aqui neste planeta, mas em muitos outros, foi uma dimensão inteira. Sentem saudade do tempo e da dimensão original, muito mais que de um lugar cósmico ou de um planeta original. Sentem falta da densidade original, da liberdade original. Têm memórias profundas das sensações que ainda restam de “lá” e por isso ficam angustiadas...

A seguir entraremos mais especificamente na constituição básica das Hierarquias e dos Mestres, fazendo referências ao que anteriormente havíamos definido desde o manual do MOINTIAN e o que existe em algumas literaturas.

Próximo tópico desta serie:

SOBRE HIERARQUIAS ESPIRITUAIS – QUARTA PARTE – DIFERENTES HIERARQUIAS

Em alguns dias colocarei "sobras" do conversando, enquanto o livro "Conversando" vai se materializando...

Seguimos...

LA BELLE VERTE



LA BELLE VERTE
Quero abrir um parêntesis, fazer uma exceção e indicar algo diferente.
Como muitos sabem, gosto muito de cinema, música erudita, artes em geral, cultura em geral.
É certo que muita coisa não deveria mais existir, mas ainda encontramos, se devidamente filtrado e com a intenção correta de nossa parte, muita coisa boa, inspirada, e que pode fazer bem aos demais nas artes em geral.
Recentemente vi um filme Frances da década de 1990. Para mim, uma obra prima a ser compartilhada. Não que tenha efeitos especiais, superprodução ou algo assim, mas por que mostra uma sociedade, uma humanidade como deveria ser e uma terra como não deveria mais ser. Deve servir para reflexão, para que paremos e pensemos em nossas vidas e comportamentos.
Há uma musica, do Roberto Carlos, que considero como se fosse um hino para mim, é aquela “Eu Quero Apenas”, que alguns chamam “Um Milhão de Amigos”. Não sei realmente qual o título original. Essa musica mostra determinadas características que a massa humana já deveria estar manifestando. Da mesma maneira, no filme “La Belle Verte”, chama a atenção determinadas características que já poderiam estar extintas nos seres humanos. Convido a todos que olhem o filme.
Segue o link onde ele pode ser visto no youtube:


Ou apenas digite “la belle verte” na busca do youtube. Olhem a versão completa, que está com boa imagem e legendada em português.

Espero que apreciem e que deixem aqui muitos comentários.
Outro filme interessante, se ainda se interessam por dimensões e escolhas, é Mr. Nobody (Sr. Ninguém). Fala sobre escolhas, fazendo-nos pensar se realmente vivemos apenas uma escolha ou se de alguma maneira as outras tem alguma vida própria....

Logo continuamos...

SOBRE HIRARQUIAS ESPIRITUAIS – SEGUNDA PARTE – A ORIGEM


10/08/2013


É comum haver confusão sobre as hierarquias do planeta porque temos vários tipos e níveis de hierarquias chamadas espirituais. As definições que nos chegam pelas literaturas esotéricas sempre estiveram de acordo com modelos ou padrões culturais ou científicos, existentes ou por existir, e que, por essa razão, ficaram muito condicionadas por elas, mostrando uma realidade mais de acordo com “hierarquias aprisionadoras” que daquelas que originalmente se haviam instalado no planeta ou das que posteriormente vieram auxiliá-las.
Pelo descrito no parágrafo acima, podemos distinguir claramente que, no mínimo, teremos no planeta três hierarquias espirituais (não entram aqui aquelas hierarquias de reinos de seres energia ou dos constituintes energéticos do planeta e seres).
É preciso definir essas hierarquias como espirituais porque não entraremos no mérito das hierarquias físicas ou que servem a hierarquias espirituais aprisionadoras. Já temos falado disto em outras situações.
Definimos assim: um planeta para existir precisa, entes de tudo, ter um plano para que exista. Para isto se instalam seres e hierarquias que traduzirão o projeto e o plano desejado. Depois disto agregam-se forças que vão se tornando densas até determinado ponto e aquilo que conhecemos como vida se instala.
Neste nosso planeta e no universo que pensamos conhecer, a densidade original ou aquela programada não era nada disto que vemos aqui. A vida como a conhecemos nada tem a ver com aquela vida como foi originalmente pensada e manifestada para este ponto. Certos de que a ideia de uma criação é equivocada, e a qual precisamos mudar, ou mesmo abolir, a ideia que deve permanecer é a da expansão, da evolução por mundos, como pensamentos de energias em movimento. Sei que isto é abstrato, mas vou tentando melhorar as descrições no decorrer dos tópicos.
A ideia original é de uma expansão de energias, de maneiras de ver mundos se plasmarem. E plasmas são as melhores descrições para a densidade original que gostaria que pensassem, porque plasma se molda, plasma se conforma, determinado pelo modo que as “necessidades” o exijam, bem como a ideia original para um planeta.
Cortando a ideia acima, a densidade que vemos está na desqualificação dos seres, porque lhes foi implantada a falsa ideia, pelas hierarquias aprisionadoras, de que seus corpos possuem limitações sensoriais e dimensionais. Isso explica muita coisa.
As criações que fizeram, e aí sim podemos dizer criações, porque foram manipulações de energias puras para manifestar coisas que não precisariam existir, moldaram ou modularam ou reduziram as percepções e as características dos seres que deveriam seguir um percurso natural e livre. As criações das culturas esotéricas, místicas, míticas, holísticas e todo o afim, como tenho repetido constantemente, apenas reforçam o que estes seres criaram, pois então o ser, pensando em se libertar ou em imitar a seus deuses criadores, cultivavam as forças e formas de manipulação que eles mesmos desenvolveram. Ai estão inseridas as formas de magia que, como anteriormente descrevi, são aprisionamentos de amor, que seria um fluxo natural de manifestação. Então, neste mundo, todo amor é uma condução equivocada de energias. É preciso entender o funcionamento direto das energias sem pensar neste plano e sem pensar nas formas de manipulação ou condução de energia para poder entender o que quero dizer aqui.
Se nos distanciamos das paixões inseridas em nossas mentes por milênios, então poderemos ver o que estou tentando dizer. Acredito que alguns autores mais antigos chegaram perto destas respostas, mas usaram o conhecimento que atingiram para explicar ou justificar o que os seres que manipulavam a energia faziam. E o propósito real se perdeu. Por isto que nunca houve uma espiritualidade verdadeira neste mundo.
Começaremos a nos aprofundar no tema a partir do próximo tópico.

Obviamente, continuamos...

Em alguns dias, o próximo tópico:

SOBRE HIERARQUIAS ESPIRITUAIS – TERCEIRA PARTE – DEFININDO DISTÂNCIAS E DIMENSÕES