Conversando Sobre MOINTIAN

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SOBRE NOVO CÓDIGO GENETICO

02 junho/2011

Não sei se GNA, mas novo código ou nova configuração interna é o que dizem que estamos prontos para que seja integrado na civilização atual.
Como o GNA, ou o que seja, é sutil, apenas sutil, não pode ser (por enquanto) detectável pelos nossos aparelhos. Existem casos em que o teste de paternidade dá negativo, mas a criança é “a cara do pai”. Isto ocorre porque é uma filiação interna, sutil, não física. E aponta uma nova direção para os que estão neste caminho de conhecimento?
Define-se comumente na literatura esotérica como 12 hélices sutis, e eu posso acrescentar que isto significaria uma para cada família e/ou Raio (cósmico, fique claro). Como um “mestre” interno atualmente deve manifestar todos os raios em conjunto, significa que ele tem todas as qualidades e atributos reunidos em si. Mas só se manifestam aos poucos, durante esta integração. Um Mestre iniciante manifesta mais especificamente um Rio e vai aprendendo, gradativamente, a assimilar as funções dos demais.

Mas vamos um ponto alem destas definições: por que é preciso definir alguma coisa de origem espiritual de acordo com os parâmetros vigentes?
Pois é isto que vejo os que definem as coisas espirituais fazendo o tempo todo. Uma coisa é espiritualidade, outra é ciência. As duas não se encontram porque não tem que se encontrar. Cada uma deve respeitar a outra, mas cada uma tem seu propósito de existir. Da mesma maneira a medicina e a terapia com energia. Não tem que se encontrar. Podem ate se complementar em algum nível, mas não podem chegar a um consenso. E isto falarei mais tarde, quando elucidar sobre algumas pesquisas que temos feito com a energia em problemas ou situações especificas no tratamento de enfermidades.

Pois bem. A ciência comete vários erros e a definição espiritual segue na linha de erros. Vamos colocar algo visionário aqui neste momento. Vou começar dizendo que não existem hélices de DNA. O que se tem é uma convenção aceita no momento que parece chegar a esta definição, a este modelo de “hélices”. Da mesma forma que a representação atômica sofreu varias adaptações ou mudanças ate chegar ao modelo atual, de spin, e toda esta coisa físico-química, a pesquisa molecular está longe de conseguir as definições reais a cerca da constituição original do ser humano (a qual chamariam genética).
Não sou cientista, nem nunca fui, mas estou analisando informações que tenho há bastante tempo e expondo uma maneira diferente de perceber as informações que nos colocam. Vamos encarar assim: a ciência molecular define que em apenas 10% do DNA existem informações que podem ser copiadas, modificadas, ou analisadas. 10 %, apenas, que são a informação genética capaz de produzir alguma proteína (tudo no campo biológico é proteína/aminoácido de uma maneira ou outra). O restante é a parte “descartável” do código genético humano conhecido pela ciência oficial atual.
Agora pensemos um pouco: 90% realmente é muita “falta de informação”. Gosto de colocar a idéia que realmente é muita informação que AINDA não se tem condição de avaliar ou definir, mas só porque é impossível para a ciência atual definir isto, não quer dizer que não exista.
Pois bem, o que tenho para dizer, neste momento, e posso estar errado, mas como disse no inicio deste tópico, estou fazendo uma avaliação das informações que tenho, é que na verdade não existem hélices propriamente. O que temos são: 1 par de uma coisa física chamada DNA e mais 5 pares de coisas que não são propriamente DNA, porque não são detectáveis no momento pela ciência. Chamem como quiserem. Eu não tenho nomes para isto. Estas coisas se entrelaçariam como malhas, não propriamente espirais, como se define para o DNA, mas se entrelaçam mais ou menos como as fibras musculares, como uma malha etérica e se encaixam nas fileiras de ADN. Elas representam aspectos inatos e, principalmente, as qualidades imanentes de cada ser (humano falando aqui). O que ocorre é que elas estão desativadas na massa humana e começam a aparecer na medida que o ser evolui. Mas ainda não detectáveis pela ciência. Com o despertar destas “cadeias sutis”, começam a aparecer justamente as demais qualidades que seriam parte do “programa” original para esta civilização. E então, temos agora outra informação complementar, que cada uma destas cadeias estaria ligada a cada um dos 12 Raios. No ser humano comum, 2 raios são mais ativos, e definem sua expressão no plano físico. Assim, sucessivamente, os outros pares de raios vão trazendo as qualidades superiores que o ser humano evoluído começaria a manifestar. Mas primeiro em nível sutil.

Ainda existem, por causa deste despertar de características, qualidades ou atributos superiores, o ligamento de novos centros de energia, de novos órgãos sutis e toda uma configuração energética muito diferente, conforme a linhagem real e cósmica de cada ser. Existem inclusive algumas enfermidades que seriam frutos de toda uma readaptação do corpo físico ao corpo sutil.
E continuamos...




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